segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Imortalidade, Marasmo, cotidiano e eterno

Faz algum tempo que já estava pensando neste texto, Queria escrevê-lo antes no blog, mas não me vinha bem as palavras, só agora que eu consigo processá-las bem para falar o que conversei com Nortton naquela noite, pode ser que alguma coisa tenha se perdido do que lembro, mas vou resumir, já contei antes.

Discutíamos sobre o mecânico e sobre o Instintivo, o primitivo, o natural, algo como magia dualiza a ciência, e que apesar de tanta internet, de eu postar nisto, no supra-sumo da comunicação atual, a Internet com redes sociais, Facebooks, e outra formas de expressão / catalgoação de padrões subjetivos quaisquer ainda não teria conseguido mesmo romper a fronteira do que selvagem, instintivo e criativo no ser humano.

. Três lobos velhos de rock tomando uma cerva e vendo esses meninos dançando e batendo tambores ao redor da fogueira e criando suas próprias linguagens, códigos e padrões; os novos comportamentos de rebeldia e contestação de sua geração, assim como fui na minha e os filhos deles serão nas deles ?

Eu me pego como num livro de Tarot que eu li uma vez, na cristalização da alma, buscando identificar, tecnificar, reproduzir as essências (e se identificar essas essências dos outros fosse em peculiar a minha ESSÊNCIA ?) ao invés de transmutá-la em harmonia com o tempo e o espaço das coisas. E aí eu ouvi estes dias uma música do Peter Bjorn and Jonh, chamada Young Folks, que diz o mesmo de toda essa minha narrativa. Esse conceito de imortalidade, de percepção de tudo, de sentir-se além. Faz algum tempo.

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