Terça - feira vou num evento que já virou padrão: a tal da fogueirinha, na UFES, nas aulas de Ufologia aplicada que vem atraindo mais gente em suas edições. Há algum tempo, tinha decidido não ir, achando que já passara o tempo de vivenciar certas experiências. Mas esse dia não, neste dia eu decidi ir só para ver como estava rolando, se as pessoas tinham mudado, se só tinha uma galera ...
Bem, fui só, a minha esposa não quis ir, e fui mesmo caminhando ouvindo meu sons baixados no celular. Um pouco admirado e surpreso com o que via, pois realmente o evento havia crescido (afinal, segundo Caio, com 6.000 convites disparados não seria diferente)encontrei com dois amigos de longa data, os quais, no meio daquelaa molecada toda, não conseguia ver de forma diferente de como também me sentia.
Nem tão senhores assim, mas com uma bagagem considerável de vida pulsando. Quantas vezes eu não vira Júlio Tigre tresloucado tocando berimbau no comando do Última Coisa ? Em edições anteriores, já vira outro membro e amigo meu, o Luciano Cardoso, recordando os tempos de punk rock sentando a mão nos tambores ao redor deste elemento igneo. Enfim, uma fonte da juventude flamejante, posso dizer.
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