domingo, 4 de novembro de 2012

O faro dos cães perdidos na Amazônia

A expectativa que se cria antes da viagem não é a mesma; cada viagem significa mesmo uma morte em que um pouco de nós vai indo embora para o lugar distante de fato que lhe cabe restar, com seus oceanos, céus e subterrâneos enfim. São nelas em que eu exorcizo os fantasmas de nós mesmos que vivem no nosso cotidiano e insistem em sugar a nossa vitalidade e potencial criativo de imortalizar e de se curar.
A minha presença nas redes sociais onde realmente me sinto um homem de imprensa vai ter material de sobra no local onde será este Encontro de Jornalistas, em Rio Branco, capital do Acre.  Ela repensa a condição do formador de opinião contemporâneo. Como a nossa relação com a informação (ou a falta dela) é pautada pelas principais veias midiáticas e ed que modo isto traz um sucesso relativo como foi o caso do índios Guarani -  Kaiowa.
E eu mesmo sou elemento constituinte da nação brasileira, sendo um negro suburbano do Rio de Janeiro crescido e bem vivido nesta aprazível ilha e de singular qualidade de vida que é Vitória, me encontro indo vacinado, tá bom que com um certo atraso (deveria ter me vacinado há uns quinze dias atrás, pelo menos), para o evento que promete ser o primeiro do gênero na floresta amazônica. Vou falando melhor prá vocês no caminho, me acompanhem.

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