O sentido que eu dera ao símbolo não caberia em si tudo aquilo o que de fato eu queria dizer, e a tristeza que repentinamente se formava em lágrima converteu-se num lampejo de apressadas linhas, mesmo que fugidias e desorganizadas na memória ...
Quem vai saber o que você sentiu?
Quem vai saber o que você pensou?
Quem vai dizer agora o que eu não fiz?
Como explicar pra você o que eu quis
Não há explicações momentos depois do ocorrido, as coisas são por si só ou não seriam como as situações se apresentam e não consideramos que o medo de nós mesmos nos apossa e desola de toda sorte de calor e fé. Quem sou eu para explicar aos sábios destemores diversos do cansaço e da solidão ... talvez eu esteja por falar demais e ferir mesmo involuntariamente alguns. Sem martírios, seguem-se outros rumos.

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