quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Ao lado do DVD pirata "Diário de um jornalista bêbado" com o Jonhy Deep na capa, me ponho e escrever novamente minhas impressões da minha viagem para o Acre. Dizem que toda pessoa muda depois de uma viagem, e não sou uma pessoa ou jornalista diferentes de tantos outros jornalistas brasileiros detrás de seus computadores ansiosos em expôr a sua visão que toda viagem nos traz de novo para enxergar o mundo.
É aniversário de Proclamação da República, e penso que nós, jornalistas, como principais baluartes da democracia moderna, estamos entre os meios de quem guerreia uma revolução. A revolução verde foi o que eu encontrei então na capital do Acre, Rio Branco, com o que parece ridículo dizer daqui, a expressão "É preciso desmatar para preservar", proferida pelo Senador Jorge Vianna, e ainda ver sentido nisso.




Não é uma história que eu possa contar de selva, ou do Daime, mas das impressões midiáticas que eu tive sobre as palestras em meio ambiente e temas afins e de ver camaradas de profissão de diversos estados do país pensando os rumos da categoria em seus estados, nacionalmente ou mesmo quanto à sucessão da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ).  

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