domingo, 9 de março de 2014

Da Torre ao Caparaó

Uma: eu sou astrólogo. O quê ? Você trabalha em um dos prédios mais modernos de uma das cidades de melhor qualidade de vida com um restaurante em construção no topo e vem me dizer que é astrólogo e trabalha no Planejamento de uma Federação ? SIM, é isso o que eu estou dizendo. E seu disser que sou um dos melhores pesquisadores de campo em atividade (Ainda que no escritório) tá bom para vocês ? Não né, qualquer um possui as suas dicotomias e contrariedades.

Certo, certo, nesse mundo há espaços para diferenças e diversidades dentro e fora de nós. E se eu disser que não acredito em coincidências, mas em sincronias, sincronicidade e Teoria do Caos ? "Muito bem, você está conseguindo parecer um louco com isso". É, mas a ideia não parecer que sou um abestalhado ou excêntrico, mas que você precisa abrir a sua cabecinha para o novo mundo que se avizinha meu camarada, mais que no seu horizonte físico, no seu horizonte virtual também.

Penso no terceiro e último filme de Matrix e na conversa de Neo com indiano, a melhor metáfora cotidiana que explica os nossos dias mas que por enquanto ninguém conseguiu colocar somente a faixa no You Tube. Enfim, naquele instante captei para o resto de minha vida que tudo é hora de tudo e de certa forma está interligado no espaço-tempo, e que por enquanto isso ainda é bem incompreensível para nós (pior se recusarmos a aceitá-lo e entendê-lo).

E este texto texto surgiu porque simplesmente de surge no chatbook um amigo pedindo para dar uma olhada no clip de sua banda (Aldeia - Minha Menina), um post de outro amigo falando de um Festival de "TecnoXamaninsmo" convergindo num plano de festival que pretendo revolucionar e acelerar a cabeça de muita gente neste estado e no Brasil. Sem mais, vamos postá-los:

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