sábado, 26 de dezembro de 2015



Tem um tempinho que não escrevo nada no meu blog e ainda sob a aura do filme "Transcendental" que vi há pouco (bem como "Star Wars" no cinema, na quarta) vou aproveitar para algumas reflexões de fim de ano e sobre as impressões que tenho da Humanidade a partir da leitura desses filmes. O Lado Negro da Força avança em crueldade sofisticando as suas forças de tortura, coerção e opressão facilitadas pela falta de compaixão, empatia e vontade de conhecimento do homem moderno.

Percebo isso no comportamento do novo "Darth Vader", representação bem clara da geração de Milleniuns" de nossos dias, de uma juventude que apesar de conectada 24 horas não tem a base da geração de quarentões para cima como eu de informações encadeadas e na escolha do governo no segundo filme de combater o personagem do Johny Deep ao invés de compreender uma idéia que beneficia muito mais que os humanos em seus umbiguismos próprios.

Em "Os Doze Macacos" a presença de um grupo terrorista ambiental era a força positiva da película, apesar de ter desencadeado a quase completa extinção da raça humana. "Transcendental" retoma a idéia de um grupo revoltoso, adaptado aos tempos de internet e de ciberativismo digital  que se alinha com o FBI e tenta combater o ser que o personagem se transformou, temorosos da possibilidade quase que divina de cura e replicação da vida.

Lembro de um ex-colega de trabalho que falava assim; " ...Vocês, humanos ..." como se não pertencesse, ou não tivesse a menor vontade de pertencer à raça. Entendo, que, se pelo menos, enxergamos do ser humano ações nada agradáveis tanto na película ou na vida real, realmente exista uma vontade de deixar uma boa parcela de seres para trás.

Trailer do filme; Transcedence


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