Ao lado do DVD pirata "Diário de um jornalista bêbado" com o Jonhy Deep na capa, me ponho e escrever novamente minhas impressões da minha viagem para o Acre. Dizem que toda pessoa muda depois de uma viagem, e não sou uma pessoa ou jornalista diferentes de tantos outros jornalistas brasileiros detrás de seus computadores ansiosos em expôr a sua visão que toda viagem nos traz de novo para enxergar o mundo.
É aniversário de Proclamação da República, e penso que nós, jornalistas, como principais baluartes da democracia moderna, estamos entre os meios de quem guerreia uma revolução. A revolução verde foi o que eu encontrei então na capital do Acre, Rio Branco, com o que parece ridículo dizer daqui, a expressão "É preciso desmatar para preservar", proferida pelo Senador Jorge Vianna, e ainda ver sentido nisso.
Não é uma história que eu possa contar de selva, ou do Daime, mas das impressões midiáticas que eu tive sobre as palestras em meio ambiente e temas afins e de ver camaradas de profissão de diversos estados do país pensando os rumos da categoria em seus estados, nacionalmente ou mesmo quanto à sucessão da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ).
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
O sentido que eu dera ao símbolo não caberia em si tudo aquilo o que de fato eu queria dizer, e a tristeza que repentinamente se formava em lágrima converteu-se num lampejo de apressadas linhas, mesmo que fugidias e desorganizadas na memória ...
Quem vai saber o que você sentiu?
Quem vai saber o que você pensou?
Quem vai dizer agora o que eu não fiz?
Como explicar pra você o que eu quis
Não há explicações momentos depois do ocorrido, as coisas são por si só ou não seriam como as situações se apresentam e não consideramos que o medo de nós mesmos nos apossa e desola de toda sorte de calor e fé. Quem sou eu para explicar aos sábios destemores diversos do cansaço e da solidão ... talvez eu esteja por falar demais e ferir mesmo involuntariamente alguns. Sem martírios, seguem-se outros rumos.
Quem vai saber o que você sentiu?
Quem vai saber o que você pensou?
Quem vai dizer agora o que eu não fiz?
Como explicar pra você o que eu quis
Não há explicações momentos depois do ocorrido, as coisas são por si só ou não seriam como as situações se apresentam e não consideramos que o medo de nós mesmos nos apossa e desola de toda sorte de calor e fé. Quem sou eu para explicar aos sábios destemores diversos do cansaço e da solidão ... talvez eu esteja por falar demais e ferir mesmo involuntariamente alguns. Sem martírios, seguem-se outros rumos.
O amanhecer vem estranho e nublado como um sonho que tive esta noite: um animal ferido, ensanguentado, que no começo parecia um gato mas foi lembrando uma capivara, uma paca ou uma lebre se aproxima de mim com carinho como se quisesse mesmo ajudar a mim que parecia muito mais em apuros do que ele mesmo, que percebendo a sua condição, resolve partir para um outro lado.
Não saberia exprimir que estas sejam as minhas primeiras impressões subjetivas sobre esta empresa que desenha.Toda viagem para longe é principalmente uma viagem que fazemos dentro de nós mesmos, das coisas que tentamos botar no fundo da alma e não vão cabendo pelo cotidiano dos dias. Estou voltando à escrever aos poucos, como um exercício (de dor???) dos mundos possíveis já vividos.
Eu estava atrás de uma linha de escrita pensando que dependia mesmo de ser aquilo, mas vejo que é uma arte de representação da qual a realidade se apresenta de formas que se pensam em construir cenários e condições irreais com determinados fins. Nenhum fim porém digno ou que seja harmônico em sua essência. Esta é realmente a maior travessia do ser: do passar do tempo psicológico dentro de si.
Não saberia exprimir que estas sejam as minhas primeiras impressões subjetivas sobre esta empresa que desenha.Toda viagem para longe é principalmente uma viagem que fazemos dentro de nós mesmos, das coisas que tentamos botar no fundo da alma e não vão cabendo pelo cotidiano dos dias. Estou voltando à escrever aos poucos, como um exercício (de dor???) dos mundos possíveis já vividos.
Eu estava atrás de uma linha de escrita pensando que dependia mesmo de ser aquilo, mas vejo que é uma arte de representação da qual a realidade se apresenta de formas que se pensam em construir cenários e condições irreais com determinados fins. Nenhum fim porém digno ou que seja harmônico em sua essência. Esta é realmente a maior travessia do ser: do passar do tempo psicológico dentro de si.
domingo, 4 de novembro de 2012
Cães Perdidos: O faro dos cães perdidos na Amazônia
Cães Perdidos: O faro dos cães perdidos na Amazônia: A expectativa que se cria antes da viagem não é a mesma; cada viagem significa mesmo uma morte em que um pouco de nós vai indo embora para o...
O faro dos cães perdidos na Amazônia
A expectativa que se cria antes da viagem não é a mesma; cada viagem significa mesmo uma morte em que um pouco de nós vai indo embora para o lugar distante de fato que lhe cabe restar, com seus oceanos, céus e subterrâneos enfim. São nelas em que eu exorcizo os fantasmas de nós mesmos que vivem no nosso cotidiano e insistem em sugar a nossa vitalidade e potencial criativo de imortalizar e de se curar.
A minha presença nas redes sociais onde realmente me sinto um homem de imprensa vai ter material de sobra no local onde será este Encontro de Jornalistas, em Rio Branco, capital do Acre. Ela repensa a condição do formador de opinião contemporâneo. Como a nossa relação com a informação (ou a falta dela) é pautada pelas principais veias midiáticas e ed que modo isto traz um sucesso relativo como foi o caso do índios Guarani - Kaiowa.
E eu mesmo sou elemento constituinte da nação brasileira, sendo um negro suburbano do Rio de Janeiro crescido e bem vivido nesta aprazível ilha e de singular qualidade de vida que é Vitória, me encontro indo vacinado, tá bom que com um certo atraso (deveria ter me vacinado há uns quinze dias atrás, pelo menos), para o evento que promete ser o primeiro do gênero na floresta amazônica. Vou falando melhor prá vocês no caminho, me acompanhem.
A minha presença nas redes sociais onde realmente me sinto um homem de imprensa vai ter material de sobra no local onde será este Encontro de Jornalistas, em Rio Branco, capital do Acre. Ela repensa a condição do formador de opinião contemporâneo. Como a nossa relação com a informação (ou a falta dela) é pautada pelas principais veias midiáticas e ed que modo isto traz um sucesso relativo como foi o caso do índios Guarani - Kaiowa.
E eu mesmo sou elemento constituinte da nação brasileira, sendo um negro suburbano do Rio de Janeiro crescido e bem vivido nesta aprazível ilha e de singular qualidade de vida que é Vitória, me encontro indo vacinado, tá bom que com um certo atraso (deveria ter me vacinado há uns quinze dias atrás, pelo menos), para o evento que promete ser o primeiro do gênero na floresta amazônica. Vou falando melhor prá vocês no caminho, me acompanhem.
domingo, 23 de setembro de 2012
http://www.miniclip.com/games/beach-soccer/pt/
Joguinho prá dar uma gastada neste domingo frio. Um Beach Soccer de responsa prá imaginar como foi aquela praiana que não rolou nesse começo friorento de primavera. Navegando pela rede, da qual ontme fiz gloriosamente a opção de deixar de lado para ir viver um pouco, ganhar um trocado e participar do dia a dia das ruas. Valeu a pena, não vou usufruir de boa parte da grana mas pelo menos fiz uma pessoinha designada esposa muito feliz em poder fazer o seu cabelo.
Infelizmente esse joguinho serve para lembrar que meu futebol tá horrível, apesar da musculação toda que ando fazendo, só esforço anaeróbico e sem nenhuma corridinha ... realmente, tô mais para atleta de games mesmo do que aquele velho jogador de areia que não se vê em Camburi faz muito tempo. Na areia do Horto, além de marcar muito mal, até a alcunha de bailarina foi designada como forma de zoação e escárnio.
Pulmão, me faltou muito pulmão, com certeza. Algumas medidas terão de ser tomadas, então, entre elas, aquelas corridinhas básicas prá não perder o bom Seedorf mostrou hoje: disposição e responsa para decidir e meter dois gols no Corínthians, empatando. Jogador ou não prá ficar na História ? Digam lá, por favor.
Joguinho prá dar uma gastada neste domingo frio. Um Beach Soccer de responsa prá imaginar como foi aquela praiana que não rolou nesse começo friorento de primavera. Navegando pela rede, da qual ontme fiz gloriosamente a opção de deixar de lado para ir viver um pouco, ganhar um trocado e participar do dia a dia das ruas. Valeu a pena, não vou usufruir de boa parte da grana mas pelo menos fiz uma pessoinha designada esposa muito feliz em poder fazer o seu cabelo.
Infelizmente esse joguinho serve para lembrar que meu futebol tá horrível, apesar da musculação toda que ando fazendo, só esforço anaeróbico e sem nenhuma corridinha ... realmente, tô mais para atleta de games mesmo do que aquele velho jogador de areia que não se vê em Camburi faz muito tempo. Na areia do Horto, além de marcar muito mal, até a alcunha de bailarina foi designada como forma de zoação e escárnio.
Pulmão, me faltou muito pulmão, com certeza. Algumas medidas terão de ser tomadas, então, entre elas, aquelas corridinhas básicas prá não perder o bom Seedorf mostrou hoje: disposição e responsa para decidir e meter dois gols no Corínthians, empatando. Jogador ou não prá ficar na História ? Digam lá, por favor.
" Escreva alguma coisa" e esse mesmo cursor pulando na tela em branco ainda me lembra daquele escritor do conto do Stanislaw Ponte - Petra e de quando eu tinha meus oito anos de idade e sem entender quase nada do Português, ficava teclando aquela velha máquina datilográfica do escritório da Ecex onde papai trabalhava, tinha sido por isso, por causa da 3ª Ponte o motivo pelo qual eu estou aqui nesses trinta e três anos de exílio do Rio nesta maravilhosa ilha também conhecida como cidade dos ventos.
Não segui o conselho de Dona Jandira do curso de datilografia mas escolhi pelo Jornalismo, esse oficio que faço de modo voluntário, casual, cívico e particular. Não darei explicações para tanto somente para dizer que é isto que batiza o meu blog como o nome de Câes Perdidos, o faro dos jornalistas ao sentir o cheiro intuitivo das transformações do mundo no ar. Começamos esta idéia do blog com alguma pesquisa e acompanhamento das inovações, e acredito que finalmente após rascunho podemos sair do estaleiro.
A idéia é simples: postar nas redes e comentar o que aparece aí de ponta, um pouco de minha história, comentários, desabafos, reflexões ... tudo aquilo que nos faz mais humano e muito mais do que mantenedor de padrões e comportamentos, é de ser questionador sem deixar de ser comum com qualquer um na rua como eu ou você. Esse "Escreva alguma coisa" pós - moderno com certeza se divide em coisas que ficam muito além do texto que eu pretendo compartilhar com todos. Vamos lá.
Não segui o conselho de Dona Jandira do curso de datilografia mas escolhi pelo Jornalismo, esse oficio que faço de modo voluntário, casual, cívico e particular. Não darei explicações para tanto somente para dizer que é isto que batiza o meu blog como o nome de Câes Perdidos, o faro dos jornalistas ao sentir o cheiro intuitivo das transformações do mundo no ar. Começamos esta idéia do blog com alguma pesquisa e acompanhamento das inovações, e acredito que finalmente após rascunho podemos sair do estaleiro.
A idéia é simples: postar nas redes e comentar o que aparece aí de ponta, um pouco de minha história, comentários, desabafos, reflexões ... tudo aquilo que nos faz mais humano e muito mais do que mantenedor de padrões e comportamentos, é de ser questionador sem deixar de ser comum com qualquer um na rua como eu ou você. Esse "Escreva alguma coisa" pós - moderno com certeza se divide em coisas que ficam muito além do texto que eu pretendo compartilhar com todos. Vamos lá.
terça-feira, 20 de março de 2012
Cães Perdidos: Impulsos e reações !!!
Cães Perdidos: Impulsos e reações !!!: Os montes de miríades de notícias que pulavam e ousaram sensoriar pelos meus sentidos de tudo um pouco disso um imaginado único pós - qual... Sugestão de leitura, pessoal !!
Impulsos e reações !!!
Os montes de miríades de notícias que pulavam e ousaram sensoriar pelos meus sentidos de tudo um pouco disso um imaginado único pós - qualquer coisa além do que eu pudera prever e planejar do que aquela tarde no escritório improvisado de madeira da Ecex, de uma recém iniciada obra chamada Terceira Ponte. Minha história como jornalista começa mesmo aí, quando tiha meus nem lembro se oito anos, quando dedilhei sem noção alguma a máquina de escrever do escritório ...
E a garagem e a homenagem ao Moebius de quem eu não fui hoje serve para dizer que a garagem hermética é a nossa alma que aprisiona momentos, apegos, restos de uma história que é a mémoria em uma ilha de edição, brilho eterno de uma mente sem lembranças dos melhores momentos dos restos de nossas vidas. E todos aqueles poemas, poesias, cartas de amor, que depois viraram redação de vestibular e matérias, pesquisas e relatórios era o homem intrínseco em si de construção sem par.
Muitos mais que os fantasmas de nós mesmos, os Peixes dominam Aquário é uma obra por si só contemporânea, virtual, construída muito mais sem doque com a colaboração do autor e criador que aceta qualquer pitaco de bom grado numa obra desprentensiosa, lúdica e profunda sobre o inexplicável e do escuro da vida.São as doze formas de como eu vejo o mundo de astrólogo que sou no experimento literário que se apresenta.
E a garagem e a homenagem ao Moebius de quem eu não fui hoje serve para dizer que a garagem hermética é a nossa alma que aprisiona momentos, apegos, restos de uma história que é a mémoria em uma ilha de edição, brilho eterno de uma mente sem lembranças dos melhores momentos dos restos de nossas vidas. E todos aqueles poemas, poesias, cartas de amor, que depois viraram redação de vestibular e matérias, pesquisas e relatórios era o homem intrínseco em si de construção sem par.
Muitos mais que os fantasmas de nós mesmos, os Peixes dominam Aquário é uma obra por si só contemporânea, virtual, construída muito mais sem doque com a colaboração do autor e criador que aceta qualquer pitaco de bom grado numa obra desprentensiosa, lúdica e profunda sobre o inexplicável e do escuro da vida.São as doze formas de como eu vejo o mundo de astrólogo que sou no experimento literário que se apresenta.
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