sexta-feira, 20 de maio de 2016

Como estar em busca do sonho e o sonho alcançado é um outro sonho dentro de tantos outros que ainda desejou serem reais ; ele acordou ainda um tanto cheio de desejo e frustração por não ter podido atender o que se esperava, mas não esperou ser penalizado ; de tanto fugir da fúria do mundo, a fúria ainda habitava ali ao seu lado ... decidiu por não lutar mais, de tantos outros combates aceitos apenas saiu ferido e perdedor. Recusar a batalha não dá por certa melhor sorte, mas tem-se a possibilidade de ser.

Cansara de correr: resolvera repousar sobre os próprios braços na báia de trabalho, ciente que os pódios de chegada e suas promessas ainda que precisavam tê-lo desperto nos seus momentos adequados de consagração e louvor ; entendera muito bem o recado não somente de pessoa mas do mundo em si sobre o que vê de seus momentos de paz, contemplaçao e harmonia.

Suspirara e com um sorriso tênue no cantos dos lábios reiniciara a sua seara pela tarde,em seu canto de sala e imerso em suas demandas ... Feliz por nunca deixar de ser quem era e de ser possível escolher melhorar-se e não fazer parte do jogo dos outros. Conteve-se em si as vastas emoções que lhe percorriam e entregou à sorte de Deus seu coração e alma por tranquilidade.



sábado, 26 de dezembro de 2015



Tem um tempinho que não escrevo nada no meu blog e ainda sob a aura do filme "Transcendental" que vi há pouco (bem como "Star Wars" no cinema, na quarta) vou aproveitar para algumas reflexões de fim de ano e sobre as impressões que tenho da Humanidade a partir da leitura desses filmes. O Lado Negro da Força avança em crueldade sofisticando as suas forças de tortura, coerção e opressão facilitadas pela falta de compaixão, empatia e vontade de conhecimento do homem moderno.

Percebo isso no comportamento do novo "Darth Vader", representação bem clara da geração de Milleniuns" de nossos dias, de uma juventude que apesar de conectada 24 horas não tem a base da geração de quarentões para cima como eu de informações encadeadas e na escolha do governo no segundo filme de combater o personagem do Johny Deep ao invés de compreender uma idéia que beneficia muito mais que os humanos em seus umbiguismos próprios.

Em "Os Doze Macacos" a presença de um grupo terrorista ambiental era a força positiva da película, apesar de ter desencadeado a quase completa extinção da raça humana. "Transcendental" retoma a idéia de um grupo revoltoso, adaptado aos tempos de internet e de ciberativismo digital  que se alinha com o FBI e tenta combater o ser que o personagem se transformou, temorosos da possibilidade quase que divina de cura e replicação da vida.

Lembro de um ex-colega de trabalho que falava assim; " ...Vocês, humanos ..." como se não pertencesse, ou não tivesse a menor vontade de pertencer à raça. Entendo, que, se pelo menos, enxergamos do ser humano ações nada agradáveis tanto na película ou na vida real, realmente exista uma vontade de deixar uma boa parcela de seres para trás.

Trailer do filme; Transcedence


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

É estranho falar sobre algo que você quis que acontecesse tanto, ter conseguido e sentir-se num enorme vazio dentro de si mesmo; há metas, planos e alvos, mas o meio do caminho não é mais o mesmo, o cotidiano e a tarde são diferentes, e a impressão de que existe algo no ar que você não sabe o que é, mas que diz diretamente a você é premente e próxima neste arrastado “thriller” da tarde.

Os hábitos mudaram, a pessoas e os locais também e o cotidiano que você acostumou em encontrar durante meses se desfez da noite para o dia. Houve sim a necessidade de mudança, mas que não foi realizada ao seu tempo, e sim ao tempo de quem chegou e ao sabor das circunstâncias. “Quadrado, para que quadrado?” Nunca me senti muito confortável mesmo estando lá, mas muito pior me sinto agora, se é que se permite a ter algo por sensação.


Estava de volta ao seu local de origem, silencioso, sério e hermético em si mesmo, como passa a imagem de todo o andar; as emoções abafadas na rigidez e compenetração que o tal de mundo corporativo pedia sob o estigma de foco e força. Fé, por si mesma, emocionando ou não, cega ou apaixonada, haveríamos de ter, com ou sem motivos definidos, apenas crer em dias melhores por mais iguais que eles pareçam no cotidiano das vidas.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

No escritório, pensou nas palavras que ela dissera sobre o tempo que havia passado: não se importara muito com o que ficara para trás, sempre soubera que em todos os momentos havia se doado ao máximo, do seu melhor ao seu pior, e que ser mais uma pessoa comum lhe soava um honrado final de carreira, Valhalla ou Além onde repousaria magnânimo e imortal.

Não era assim a vida: seria atropelado pela massa bruta de juventude que tanto ignorou e do qual representara muito bem em seu tempo, mas agora já se tornara um senhor de voz grave partindo para daqui a deaz anos completar meio século: o futuro já começara, passara por ele e dava um bye-bye já no horizonte do fim de tarde.

Antes que desanimasse ou caísse em angústia por tudo o que acontecera até ali decidiu manter o seu plano incial: correr atrás dos sonhos que ainda não realizara ou que vieram com o tempo, pessoas e oportunidades ao longo do caminho: tudo ao seu tempo, e se Deus tivesse definido que este seria o seu tempo de realziação das coisas, não iria contra os planos D'Êle.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Propósito de Vazio

A própria folha de caderno em branco se tornara uma alva nuvem de idéias no tempo que passou da leitura daquele livro; a lembrança jurássica da expressão “a folha em branco na máquina datilográfica” não era mais um privilégio dos escritores, famosos ou não, mas de cada um que portasse o aparelho dos nossos tempos, e cada vez mais tantos e todos os tendo em mãos.

Sendo assim, se achou no cúmulo de dar qualquer continuidade de idéias ou escritos que realmente chamassem a atenção do público ou de quem desejasse que lesse aquilo, por carência, por autopromoção ou satisfação interior; mais do que curtidas e centavos no seu Adsense, pensou como se fosse um grande escritor a morrer pobre e ser descoberto décadas depois como precursor de uma nova linha literária ou objeto de estudo de um acadêmico, no futuro.


A distância de fora para quem o que era por dentro diminuía sensivelmente e muito bem pensara que nada haveria a ser lançado a não ser por uma certeza, de que vários como ele também não saberiam e buscariam respostas, ou meios e propostas de serem vistos, lembrados e queridos virtualmente em um mundo que presença de pessoas reais é descartada (ou disfarçadas) com os olhos fixos na tela de um smartphone.

domingo, 9 de março de 2014

Da Torre ao Caparaó

Uma: eu sou astrólogo. O quê ? Você trabalha em um dos prédios mais modernos de uma das cidades de melhor qualidade de vida com um restaurante em construção no topo e vem me dizer que é astrólogo e trabalha no Planejamento de uma Federação ? SIM, é isso o que eu estou dizendo. E seu disser que sou um dos melhores pesquisadores de campo em atividade (Ainda que no escritório) tá bom para vocês ? Não né, qualquer um possui as suas dicotomias e contrariedades.

Certo, certo, nesse mundo há espaços para diferenças e diversidades dentro e fora de nós. E se eu disser que não acredito em coincidências, mas em sincronias, sincronicidade e Teoria do Caos ? "Muito bem, você está conseguindo parecer um louco com isso". É, mas a ideia não parecer que sou um abestalhado ou excêntrico, mas que você precisa abrir a sua cabecinha para o novo mundo que se avizinha meu camarada, mais que no seu horizonte físico, no seu horizonte virtual também.

Penso no terceiro e último filme de Matrix e na conversa de Neo com indiano, a melhor metáfora cotidiana que explica os nossos dias mas que por enquanto ninguém conseguiu colocar somente a faixa no You Tube. Enfim, naquele instante captei para o resto de minha vida que tudo é hora de tudo e de certa forma está interligado no espaço-tempo, e que por enquanto isso ainda é bem incompreensível para nós (pior se recusarmos a aceitá-lo e entendê-lo).

E este texto texto surgiu porque simplesmente de surge no chatbook um amigo pedindo para dar uma olhada no clip de sua banda (Aldeia - Minha Menina), um post de outro amigo falando de um Festival de "TecnoXamaninsmo" convergindo num plano de festival que pretendo revolucionar e acelerar a cabeça de muita gente neste estado e no Brasil. Sem mais, vamos postá-los:
Faz algum tempo e diziam que uma nova forma de Jornalismo estava em gestação. Ainda que não se fosse fácil de visualizar, o contato das pessoas através das redes sociais (lá atrás, não muito distante ICQ's, Messenger, Orkut ) provocou a interação e a troca de informações entre as pessoas com mais velocidade. Era esperado um resultado comercial disso na fluidez das transações comerciais, mas vemos que hoje a importância social e política é muito maior do que se poderia prever.

Falo isso porque já persigo essa ideia de blog há algum tempo, mas aguardando um bom momento para lançar um veículo pessoal de interação e reflexão dos principais fatos e notícias sem a necessidade de se prender à linhas editoriais ou diretrizes de veículos de comunicação alinhados com formas de poder vigentes que impeçam o livre fluxo de idéias e contestações justas da população e segmentos. Compara-se a Praça Tahir hoje com a vitória do movimento dos garis do Rio de Janeiro na noite de ontem (08/03).

E é fantástico o pulo que você pode dar tanto da esfera pessoal como para a órbita coletiva e imprimir a sua marca e contribuição ao todo sendo atuante e também decisivo, não sem passar de um porém de um efeito inverso: também se pode ser atacado por várias "picadas" de abelhas cibernéticas conforme você tem maior dimensão dentro do contexto virtual. É um indicador da responsabilidade com o que nós escrevemos e a energia que trocamos. Enfim, quando imparcialidade se transforma em bom-senso e cumplicidade, penso.

sábado, 8 de março de 2014

Boa parte do meu tempo tem sido dedicada ao trabalho como pesquisador, algo que me gratifica muito por ter conseguido uma grande vitória depois de um momento de estagnação e dificuldades na vida. Consegui me restabelecer, regularidade nas contas, praticar as minhas atividades físicas que costumava e adquiri, porque não ? Em fazer regularmente.

Mas toda bruxa dá uma vazada e aproveita para aterrorizar um tanto a vida das pessoas e não foi diferente no meu caso, depois do meu aniversário, quando alguns dias depois consegui novamente torcer o tornozelo e ficar uma semana de "molho" em casa. Molho vírgula, porque aproveito para colocar meu blog em dia e em paralelo acompanhar o Facebook nas rápidas postagens. Aqui vai ser um espaço para refletir de debater as postagens, informações e matérias que valham comentários e reflexões.

Meu blog está agregado ao Ad Sense, e o grande desafio aqui será torná-lo viável para auxiliar em meu mundo pessoal e digital com postagens que agreguem valor e curiosidade, bem como outros processos de auto-conhecimento e desenvolvimento pessoal. Estamos tentando isso há algum tempo, paramos às vezes, mas mas buscando esta regularidade nas postagens e percepções aqui colocadas. Vamos lá de novo, boa sorte para nós !!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Diário de praia ou Caiçara Urbe: Caiçara Urbe surge como uma série de registros sobre o uso da praia nas principais cidades brasileiras, como ponto de repouso, diversão, reflexão e até mesmo religioso, onde toda gente à beira da praia espera em seus momentos transcender vários momentos e situações em momentos especiais: férias de verão, finais de semana ou escapada em intervalo de trabalho.

 Aproveitando uma definição citada na Folha de São Paulo : Castro arrisca uma interpretação sobre o livro --que, ele sublinha, é cultural, e não de "dicas" de turismo: "No livro é muito natural esse tipo de apreço pela vida urbana. A urbe, a metrópole, é o lugar da variedade de pessoas, onde todos os encontros são possíveis, onde todas as possibilidades acontecem". Folha de São Paulo, 04/09/2011

E outra sobre o termo caiçara:

Caiçara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Comunidades caiçaras de Paraty, no sul fluminense.
Caiçara é uma palavra de origem tupi que refere-se aos habitantes das zonaslitorâneas. Inicialmente designava apenas a indivíduos que viviam da pesca de subsistência. Mais tarde, o termo caiçara veio designar diversos itens de cunho cultural no litoral brasileiro, mais precisamente no sul e sudeste.1 .
Alguns autores afirmam que, também são comunidades caiçaras aquelas populações de beira praia e beira rio ocorrentes em todos os municípios do litoral paulista, do litoral paranaense e, inclusive, algumas do litoral de Santa Catarina mantendo as mesmas características de formação étnica e parâmetros culturais que possibilitam a comparação
As comunidades caiçaras nasceram a partir do século XVI da miscigenação de brancos de origem portuguesa com grupos indígenas das regiões litorâneas do estado de São Paulo (tupinambás), com exceção da cidade de Santos, São Paulo, e do oeste fluminense. Também houve o aporte de negros libertos que se afastaram das influências das áreas urbanas (cidades e vilas).

Nossa missão é o entretenimento, mas dentro desta série teremos a oportunidades de observar, pontuar e criticar tanto a favor ou contra políticas públicas e privadas para a manutenção e ampliação da qualidade de vida do brasileiro e de estrangeiros que visitam o país nestes locais que são os maiores parques urbanos ao ar livre de fato em todas as principais capitais do litoral brasileiro. Qualidade da água, saneamento, cuidados na areia, preços, points próximos e opções de serviços receberão atenção do nosso blog.

Boa leitura por estes dias !!



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Penso que em um primeiro momento  lembrando da pergunta de  que seu eu conseguisse de fato suportar os 21km. Realmente, eu engoli em seco quando recebi convite de Leandro, mas enfim estava afim mesmo de uma mudança de coisas que sempre faço, e no mais, de graça também. Aceitei. No domingo pela manhã, o sol se mostrou vigorsoso em um céu claro, o que aguçou a minha preocupação com água e respiração.

Meia Maratona Internacional do ES  seria minha 3ª grande prova do ano, já completara uma Corrida do Trabalhador e uma Garoto,a  minha primeira. Largada dada, todos saíram em lerda letargia, sabendo da distância a ser vencida. Não bastou curvar o anel rodoviário logo após o Hospital Metropolitano, para que o pelotão de elite tomasse distância. Acompanhei.

Não há aqui nenhuma brava história (minto, completar a prova teve uma satisfação tremenda para mim) mas lapsos de memória quanto ao ato de correr: meu tio, referência de infância, no Rio, as provas de atletismo em que eu competira no campo de futebol da UFES e flashes de todas as corridas que eu já fizera (postei sobre, vou falar de novo) é como se eu entrasse em um transe e me visse brisa de vento de um momento divino, um movimento cósmico ... algo que desafia nossa compreensão.

"... Sou leve, sou rápido, sou forte ... " era meu mantra de corrida, e o instante desta foto muito bem expressa a devoção com que tal ladainha foi entoada. Vai daí.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Vivendo a quinta-feira chuvosa de Colonização de Solo Capixaba

Hoje foi dia excepcional, depois da sensação de frieza que tive dois dias atrás quando um rapaz foi baleado no Horto de Maruípe. Me senti meio triste por alguns caminhos que a vida toma e algumas situações surgem e você sabe o porquê delas surgirem, mas não ter de necessariamente aceitar o motivo. O grande lance na Vida de fato seria este, de não se acomodar com as situações, de sair do quadrado, tentar algo novo sobre o trivial que você faz repetidamente todo o dia. Ouso dizer que é transformar o momento em um, único em si.
A manhã cinzenta e chuvosa anunciou o dia pesado que não foi difícil de resolver, mas dolorido de chegar à algumas conclusões e saber reciclar e reformar atitudes para recuperar coisas que construímos com o Tempo mas que com o passar dos dias vai sendo devorado como um búfalo abatido por tigres famintos; vorazes e selvagens dentadas pelo couro do animal.
Excepcional porquê também hoje não teve aula na Academia Popular, e nesse frio de quase inverno, outonal noite, me rendo aos meus folgachos literários dando vazão ao Eu que raramente sai aos olhos e telas das pessoas, um Eu que ainda se cria e forma enfim como um velho ator que monta a sua banda de rock, de um indiano centenário que corre a sua maratona ou de nos telejornais de hoje de um senhor japonês de 80 anos que sobe o Everest. Já comecei algumas subidas, e torço pelo privilégio das águias.


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Ao lado do DVD pirata "Diário de um jornalista bêbado" com o Jonhy Deep na capa, me ponho e escrever novamente minhas impressões da minha viagem para o Acre. Dizem que toda pessoa muda depois de uma viagem, e não sou uma pessoa ou jornalista diferentes de tantos outros jornalistas brasileiros detrás de seus computadores ansiosos em expôr a sua visão que toda viagem nos traz de novo para enxergar o mundo.
É aniversário de Proclamação da República, e penso que nós, jornalistas, como principais baluartes da democracia moderna, estamos entre os meios de quem guerreia uma revolução. A revolução verde foi o que eu encontrei então na capital do Acre, Rio Branco, com o que parece ridículo dizer daqui, a expressão "É preciso desmatar para preservar", proferida pelo Senador Jorge Vianna, e ainda ver sentido nisso.




Não é uma história que eu possa contar de selva, ou do Daime, mas das impressões midiáticas que eu tive sobre as palestras em meio ambiente e temas afins e de ver camaradas de profissão de diversos estados do país pensando os rumos da categoria em seus estados, nacionalmente ou mesmo quanto à sucessão da Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ).  

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O sentido que eu dera ao símbolo não caberia em si tudo aquilo o que de fato eu queria dizer, e a tristeza que repentinamente se formava em lágrima converteu-se num lampejo de apressadas linhas, mesmo que fugidias e desorganizadas na memória ...

Quem vai saber o que você sentiu?
Quem vai saber o que você pensou?
Quem vai dizer agora o que eu não fiz?
Como explicar pra você o que eu quis

Não há explicações momentos depois do ocorrido, as coisas são por si só ou não seriam como as situações se apresentam e não consideramos que o medo de nós mesmos nos apossa e desola de toda sorte de calor e fé. Quem sou eu para explicar aos sábios destemores diversos do cansaço e da solidão ... talvez eu esteja por falar demais e ferir mesmo involuntariamente alguns. Sem martírios, seguem-se outros rumos.
O amanhecer vem estranho e nublado como um sonho que tive esta noite: um animal ferido, ensanguentado, que no começo parecia um gato mas foi lembrando uma capivara, uma paca ou uma lebre se aproxima de mim com carinho como se quisesse mesmo ajudar a mim que parecia muito mais em apuros do que ele mesmo, que percebendo a sua condição, resolve partir para um outro lado.
Não saberia exprimir que estas sejam as minhas primeiras impressões subjetivas sobre esta empresa que desenha.Toda viagem para longe é principalmente uma viagem que fazemos dentro de nós mesmos, das coisas que tentamos botar no fundo da alma e não vão cabendo pelo cotidiano dos dias. Estou voltando à escrever aos poucos, como um exercício (de dor???) dos mundos possíveis já vividos.
Eu estava atrás de uma linha de escrita pensando que dependia mesmo de ser aquilo, mas vejo que é uma arte de representação da qual a realidade se apresenta de formas que se pensam em construir cenários e condições irreais com determinados fins. Nenhum fim porém digno ou que seja harmônico em sua essência. Esta é realmente a maior travessia do ser: do passar do tempo psicológico dentro de si.

domingo, 4 de novembro de 2012

Cães Perdidos: O faro dos cães perdidos na Amazônia

Cães Perdidos: O faro dos cães perdidos na Amazônia: A expectativa que se cria antes da viagem não é a mesma; cada viagem significa mesmo uma morte em que um pouco de nós vai indo embora para o...

O faro dos cães perdidos na Amazônia

A expectativa que se cria antes da viagem não é a mesma; cada viagem significa mesmo uma morte em que um pouco de nós vai indo embora para o lugar distante de fato que lhe cabe restar, com seus oceanos, céus e subterrâneos enfim. São nelas em que eu exorcizo os fantasmas de nós mesmos que vivem no nosso cotidiano e insistem em sugar a nossa vitalidade e potencial criativo de imortalizar e de se curar.
A minha presença nas redes sociais onde realmente me sinto um homem de imprensa vai ter material de sobra no local onde será este Encontro de Jornalistas, em Rio Branco, capital do Acre.  Ela repensa a condição do formador de opinião contemporâneo. Como a nossa relação com a informação (ou a falta dela) é pautada pelas principais veias midiáticas e ed que modo isto traz um sucesso relativo como foi o caso do índios Guarani -  Kaiowa.
E eu mesmo sou elemento constituinte da nação brasileira, sendo um negro suburbano do Rio de Janeiro crescido e bem vivido nesta aprazível ilha e de singular qualidade de vida que é Vitória, me encontro indo vacinado, tá bom que com um certo atraso (deveria ter me vacinado há uns quinze dias atrás, pelo menos), para o evento que promete ser o primeiro do gênero na floresta amazônica. Vou falando melhor prá vocês no caminho, me acompanhem.

domingo, 23 de setembro de 2012

http://www.miniclip.com/games/beach-soccer/pt/
Joguinho prá dar uma gastada neste domingo frio. Um Beach Soccer de responsa prá imaginar como foi aquela praiana que não rolou nesse começo friorento de primavera. Navegando pela rede, da qual ontme fiz gloriosamente a opção de deixar de lado para ir viver um pouco, ganhar um trocado e participar do dia a dia das ruas. Valeu a pena, não vou usufruir de boa parte da grana mas pelo menos fiz uma pessoinha designada esposa muito feliz em poder fazer o seu cabelo.
Infelizmente esse joguinho serve para lembrar que meu futebol tá horrível, apesar da musculação toda que ando fazendo, só esforço anaeróbico e sem nenhuma corridinha ... realmente, tô mais para atleta de games mesmo do que aquele velho jogador de areia que não se vê em Camburi faz muito tempo. Na areia do Horto, além de marcar muito mal, até a alcunha de bailarina foi designada como forma de zoação e escárnio.
Pulmão, me faltou muito pulmão, com certeza. Algumas medidas terão de ser tomadas, então, entre elas, aquelas corridinhas básicas prá não perder o bom Seedorf mostrou hoje: disposição e responsa para decidir e meter dois gols no Corínthians, empatando. Jogador ou não prá ficar na História ? Digam lá, por favor.





" Escreva alguma coisa" e esse mesmo cursor pulando na tela em branco ainda me lembra daquele escritor do conto do Stanislaw Ponte - Petra e de quando eu tinha meus oito anos de idade e sem entender quase nada do Português, ficava teclando aquela velha máquina datilográfica do escritório da Ecex onde papai trabalhava, tinha sido por isso, por causa da 3ª Ponte o motivo pelo qual eu estou aqui nesses trinta e três anos de exílio do Rio nesta maravilhosa ilha também conhecida como cidade dos ventos.
Não segui o conselho de Dona Jandira do curso de datilografia mas escolhi pelo Jornalismo, esse oficio que faço de modo voluntário, casual, cívico e particular. Não darei explicações para tanto somente para dizer que é isto que batiza o meu blog como o nome de Câes Perdidos, o faro dos jornalistas ao sentir o cheiro intuitivo das transformações do mundo no ar. Começamos esta idéia do blog com alguma pesquisa e acompanhamento das inovações, e acredito que finalmente após rascunho podemos sair do estaleiro.
A idéia é simples: postar nas redes e comentar o que aparece aí de ponta, um pouco de minha história, comentários, desabafos, reflexões ... tudo aquilo que nos faz mais humano e muito mais do que mantenedor de padrões e comportamentos, é de ser questionador sem deixar de ser comum com qualquer um na rua como eu ou você. Esse "Escreva alguma coisa" pós - moderno com certeza se divide em coisas que ficam muito além do texto que eu pretendo compartilhar com todos. Vamos lá.

terça-feira, 20 de março de 2012

Cães Perdidos: Impulsos e reações !!!

Cães Perdidos: Impulsos e reações !!!: Os montes de miríades de notícias que pulavam e ousaram sensoriar pelos meus sentidos de tudo um pouco disso um imaginado único pós - qual... Sugestão de leitura, pessoal !!

Impulsos e reações !!!

Os montes de miríades de notícias que pulavam e ousaram sensoriar pelos meus sentidos de tudo um pouco disso um imaginado único pós - qualquer coisa além do que eu pudera prever e planejar do que aquela tarde no escritório improvisado de madeira da Ecex, de uma recém iniciada obra chamada Terceira Ponte. Minha história como jornalista começa mesmo aí, quando tiha meus nem lembro se oito anos, quando dedilhei sem noção alguma a máquina de escrever  do escritório ...
E a garagem e a homenagem ao Moebius de quem eu não fui hoje serve para dizer que a garagem hermética é a nossa alma que aprisiona momentos, apegos, restos de uma história que é a mémoria em uma ilha de edição, brilho eterno de uma mente sem lembranças dos melhores momentos dos restos de nossas vidas. E todos aqueles poemas, poesias, cartas de amor, que depois viraram redação de vestibular e matérias, pesquisas e relatórios era o homem intrínseco em si de construção sem par.
Muitos mais que os fantasmas de nós mesmos, os Peixes dominam Aquário é uma obra por si só contemporânea, virtual, construída muito mais sem doque com a colaboração do autor e criador que aceta qualquer pitaco de bom grado numa obra desprentensiosa, lúdica e profunda sobre o inexplicável e do escuro da vida.São as doze formas de como eu vejo o mundo de astrólogo que sou no experimento literário que se apresenta.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Cães Perdidos: Esperando entre as chuvas

Cães Perdidos: Esperando entre as chuvas: Agora merece escrever um conto. Eu até ia escrever um outro, mais agressivo,  mais aí surgiu o Gudão, tava devendo cinco reais prá ele. Co...

Esperando entre as chuvas



Agora merece escrever um conto. Eu até ia escrever um outro, mais agressivo,  mais aí surgiu o Gudão, tava devendo cinco reais prá ele. Conta paga, inspiração satisfeita, penso nesse imenso vazio de antes de morrer e esquecer as emoções mais fortes e sinceras qeu tinha vivido até aqui.
De volta à algum lugar que se perdeu dentro de mim
Esquecido no tempo mas no mesmo lugar
E através da fogo tantos corpos arquétipos pulsantes dançantes
Representando uma nova ideologia libertária juvenil mas eu, um jovem senhor futuro senil com minhas certezas erros passos atravesso pelo corpo essa espaçonave tempo do meu corpo adentro queimando a existência num incenso lento de amor e ódios contidos não realizados exatos em compensar qualquer pretenso equilíbrio disto tudo.
Enfim, saiu, consegui não do jeito que queria (mas quem disse que vamos ver a vida acaba do jeito que esperamos?) mas é a coisa mais intensa e sincera captada pelos ares agora.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Cães Perdidos: Antes do fim da tarde, sentira aquela sensação de ...

Cães Perdidos: Antes do fim da tarde, sentira aquela sensação de ...: Antes do fim da tarde, sentira aquela sensação de depois do almoço, de um desconfortável sono pesado que insistia em se manter, ele pensou e...
Antes do fim da tarde, sentira aquela sensação de depois do almoço, de um desconfortável sono pesado que insistia em se manter, ele pensou em todas aquelas coisas guardadas em sua cabeça sem hora certa de vir e dar toda forma à todos aqueles sentimentos que por sorte atarvessaram meu corpo; aquele estremecimento mais sugeria um orgasmo telepático nas exponenciais possibilidades do que qualquer remota possibilidade de uma deconexão neuro-motora.
Em que ponto a sua vida retomara um outro ponto de vista diferente do que ele tinha pensado para si; aquela tarde etrna em Itaúnas não iria mais existir, seria apenas umal embrança juvenil como juvenis eram os seus sonhos e das moças hoje estas mulheres a guiar os homens em suas andanças e dúvidas pelo destino de cada um; como juvenil era também a esperança de sua esposa nos melhores dias que por vez não viriam como se quis crêr que fosse um dia. Na modorra, sentia o peso do bada sobre a imortalidade.
E enfim, aquele sono se transformou em silenciosa vigília de seu próprio silêncio sobre a sua vida, vagos lampejos de uma vida saboreada à risadas e imediatismo frívolo. A televisão de repente lhe trouxe uma resposta ao ver o personagem e seu fantasma numa caverna: aquela tarde introspectiva serviu para olhar dentro de si, de seus medos que se mostravam com uma nova cara, com a cara de morte e insignificância de sua vida diante do mundo além da sua caverna, casa, apartamento, ou o que fosse.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Cães Perdidos: Imortalidade, Marasmo, cotidiano e eterno

Cães Perdidos: Imortalidade, Marasmo, cotidiano e eterno: Faz algum tempo que já estava pensando neste texto, Queria escrevê-lo antes no blog, mas não me vinha bem as palavras, só agora que eu consi...

Imortalidade, Marasmo, cotidiano e eterno

Faz algum tempo que já estava pensando neste texto, Queria escrevê-lo antes no blog, mas não me vinha bem as palavras, só agora que eu consigo processá-las bem para falar o que conversei com Nortton naquela noite, pode ser que alguma coisa tenha se perdido do que lembro, mas vou resumir, já contei antes.

Discutíamos sobre o mecânico e sobre o Instintivo, o primitivo, o natural, algo como magia dualiza a ciência, e que apesar de tanta internet, de eu postar nisto, no supra-sumo da comunicação atual, a Internet com redes sociais, Facebooks, e outra formas de expressão / catalgoação de padrões subjetivos quaisquer ainda não teria conseguido mesmo romper a fronteira do que selvagem, instintivo e criativo no ser humano.

. Três lobos velhos de rock tomando uma cerva e vendo esses meninos dançando e batendo tambores ao redor da fogueira e criando suas próprias linguagens, códigos e padrões; os novos comportamentos de rebeldia e contestação de sua geração, assim como fui na minha e os filhos deles serão nas deles ?

Eu me pego como num livro de Tarot que eu li uma vez, na cristalização da alma, buscando identificar, tecnificar, reproduzir as essências (e se identificar essas essências dos outros fosse em peculiar a minha ESSÊNCIA ?) ao invés de transmutá-la em harmonia com o tempo e o espaço das coisas. E aí eu ouvi estes dias uma música do Peter Bjorn and Jonh, chamada Young Folks, que diz o mesmo de toda essa minha narrativa. Esse conceito de imortalidade, de percepção de tudo, de sentir-se além. Faz algum tempo.

domingo, 27 de novembro de 2011

Cães Perdidos: Então resolvi tirar o dia para fuçar e redescobrir...

Cães Perdidos: Então resolvi tirar o dia para fuçar e redescobrir...: Então resolvi tirar o dia para fuçar e redescobrir como se postava vídeo no blog, já não lembrava e não encontrava formas de fazer isto, mas...
Então resolvi tirar o dia para fuçar e redescobrir como se postava vídeo no blog, já não lembrava e não encontrava formas de fazer isto, mas fui brindado com o feliz acaso de encontrar este registro do Rogério Duprat, inspirado pela chuva que caía lá fora. "Facebookeando" entre um perfil ou outro, resolvi postar uma música dele com os Mutantes. Eis que encontro uma série de posytagens no You Tube com músicas recém descobertas dele em uma produtora na Europa. 
Então, vou inaugurar estas pequenas relíquias (que eu já coloquei no Facebook, (mas vi que poucos perceberam) aqui dentro do blog com as minhas pequenas elocubrações. Tem alguns vídeos passados que criei por estes dias falando de algumas interessantes atividades. Serei breve e espero que conciso nas minhas avaliações, e gostaria de contar com a opinião de vocês.
O plano é de manter o opinativo, contemporâneo e contraditório poto de vista que todos vocês conhecem. Afinal, na dúvida entre o Bem e o Mal, sigamos pelo meio, na contramão. Não vim para trazer certezas, mas para gerar novos paradigmas e questionamentos, só nos provocando e nos questionando é que podemos crescer, não é mesmo ???? Uma boa estadia no Jardim Tropical para vocês !!!
http://www.youtube.com/watch?v=slRVzrJ65t0&feature=related